Desde sua fundação, em 2015, a União Brasileira de Profissionais de Imprensa (UBRAPI) tem atuado de forma firme e contínua na defesa da categoria e do jornalismo como pilar da democracia. Em uma década de existência, a entidade já se destacou na luta pela valorização da profissão e pela garantia do direito da sociedade ao acesso a uma informação ética, plural e de qualidade.
Reunindo profissionais de imprensa de diferentes regiões do país, a UBRAPI reafirma diariamente seu compromisso com a liberdade de expressão e com a comunicação democrática. Sem abrir mão de sua missão central — a valorização da profissão e a conquista de melhores condições de vida e trabalho para os profissionais de imprensa —, a entidade busca ser referência na resistência contra qualquer forma de censura, desinformação ou ameaça aos direitos fundamentais.
Nascida em um momento de profundas transformações no ecossistema da comunicação — marcado pela ascensão das redes sociais, pela crise dos modelos de negócio tradicionais da imprensa e pelo avanço da desinformação —, a UBRAPI surgiu da necessidade de dar uma resposta organizada da categoria a esses novos desafios. Desde o início, a entidade priorizou pautas como a sustentabilidade do jornalismo profissional, o combate às fake news e a proteção de jornalistas em contextos de violência e assédio, temas que se tornaram ainda mais urgentes ao longo dos anos seguintes.
Nos primeiros anos de atuação, a UBRAPI concentrou esforços na articulação com outras entidades de classe e da sociedade civil, buscando ampliar sua capacidade de representação e de diálogo com o poder público. Essa articulação resultou na participação da entidade em fóruns e conselhos voltados à formulação de políticas públicas de comunicação, sempre pautada pela defesa da pluralidade e da independência editorial.
A UBRAPI também tem se dedicado a acompanhar e denunciar casos de violência contra profissionais de imprensa, seja em coberturas de manifestações, seja em contextos de assédio judicial e digital. A entidade mantém canais de apoio jurídico e psicológico para associados que enfrentam ameaças em razão do exercício da profissão, entendendo que a proteção do jornalista é condição essencial para a liberdade de imprensa.
Em paralelo, a UBRAPI investe na formação continuada da categoria, promovendo cursos, debates e publicações voltados à atualização técnica e ética dos profissionais diante das transformações tecnológicas — da chegada da inteligência artificial às novas formas de verificação de fatos —, sempre reafirmando que a busca pela verdade, pela precisão e pela responsabilidade social é o que dá sentido ao trabalho jornalístico.
A entidade também atua na defesa de condições de trabalho dignas, acompanhando negociações coletivas, denunciando a precarização do mercado e apoiando profissionais em situação de desemprego ou informalidade — realidade cada vez mais presente diante da reestruturação das redações em todo o país.
Ao longo de sua trajetória, a UBRAPI tem procurado manter autonomia em relação a partidos e governos, priorizando o diálogo institucional sem abrir mão da independência que caracteriza sua atuação. Essa postura tem orientado sua participação em debates públicos sobre regulação das plataformas digitais, direitos autorais no ambiente digital e financiamento do jornalismo.
A UBRAPI representa o anseio de profissionais de imprensa que, mesmo diante de um cenário de transformações constantes, seguem acreditando que um jornalismo livre, ético e plural é condição indispensável para a democracia brasileira.
Conselho de Administração da UBRAPI
2025 à 2030 | Lucas Aguiar Fontes, Rogério Barcelos, Germano M. Costa, Léo Vilhena, Samara Cândida, Carlos Costa e Micaela Noronha
A UNIÃO BRASILEIRA DE PROFISSIONAIS DE IMPRENSA não possui uma diretoria constituída nem a figura de um presidente. A Associação é administrada por um Conselho de Administração, constituído por sete associados, eleitos por voto direto. Dessa forma, os associados participam democraticamente da definição dos rumos da Associação.
Para viabilizar a execução das decisões homologadas pelo Conselho, foi criada, em 2015, a figura do Secretário Executivo, que tem a incumbência de colocar em prática as decisões do Conselho. O Secretário Executivo também acumula a função de Tesoureiro.
Atualmente, essa função é exercida pelo jornalista Léo Vilhena, que ocupa o cargo desde 2022.
Esse é o site oficial da UBRAPI
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